quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pós- humanismo

Haverá um dia
em que nós deixaremos
de ser homens
e nos tornaremos super-homens.

Eles, que se amavam tanto...

Amavam-se muito, mas eram tão jovens e a vida tão curta que preferiram experimentar novos amores. Mas a vida foi longa. Horrivelmente longa.




Estórias mínimas, de José Rezende Jr - Editora 7Letras

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Você é nada mais que meu super herói

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

R.I.P.

desisto da poesia
como quem assume
a maioridade

sábado, 15 de janeiro de 2011

Enquanto alguns vivem varias vidas no palco
eu vivo todas na vida !

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Remake







O antigo modelo
schopenhaueriano
agora com poderes psicodélicos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ignorância é uma benção ?

" A filosofia, a sociologia, a antropologia e a psicologia muitas vezes apenas atrapalham. A filosofia idealiza, fazendo-nos pensar que o amor seja mais do que é - banal, passageiro, incoerente. A sociologia contamina o amor com suas bobagens foucaultianas: dar um presente para uma mulher é assediá-la, querê-la dominada sobre uma cama, machismo atávico ou falocentrismo. A antropologia relativiza tudo, fazendo o amor romântico ser mais uma mania, como comidas ou bebidas típicas, ou mera invenção da literatura ocidental. A psicologia nos obriga a levar Freud para a cama, faz da paixão um sintoma. Você não é apenas você, você é a sua classe social, sua cultura, seus traumas, suas ilusões e idealizações. Informação demais atrapalha. Torna a ação confusa, insegura, desorienta o que em nós é hábito. "

Luiz Felipe Pondé - " Contra um mundo melhor - Ensaios de afeto" - Editora Leya.